Logística, uma das carreiras mais promissoras de 2015

Na última semana, a empresa especializada em recrutamento Robert Half divulgou o Salary Guide 2015, um  guia com informações sobre tendências de recrutamento e salários em oito áreas de especialização: finanças e contabilidade, engenharia, marketing e vendas, mercado financeiro, recursos humanos, seguros, tecnologia e jurídica. Além das principais faixas de remuneração nessas áreas, o relatório traz resultados de pesquisas exclusivas da Robert Half, panoramas de contratação especializados e conteúdos de apoio para gestores e recrutadores.

Em reportagem publicada na última terça feira sobre o Guia Salarial 2015, a Revista Exame destacou as áreas de planejamento, melhoria contínua e produtividade como os setores em alta em razão da necessidade das empresas de reduzir custos e trabalhar com estruturas mais enxutas. Dentre estas áreas, Daniela Ribeiro, gerente sênior da Robert Half, destacou a logística como um dos cargos mais demandados do momento: “A logística passa a ser vista como uma área estratégica para diminuir gastos e aumentar a eficiência”.

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Banco Mundial divulga performance logística de 160 países

Na última quinta-feira (20/03), o Banco Mundial divulgou a 4ª edição do Connecting to Compete: Trade Logistics in the Global Economy, um relatório que avalia a logística de 160 países com base na percepção de mais de 1.000 empresários ao redor do mundo, através do Índice de Performance Logístico (LPI) produzido pelo Banco Mundial, lançado a cada 2 anos. É uma abordagem que tenta captar com mais precisão a realidade do dia-a-dia enfrentado pelo setor privado.

“O LPI está tentando capturar uma realidade bastante complexa: atributos da cadeia de suprimentos”, disse Jean- François Arvis, Economista Senior de Transporte e fundador do projeto LPI . “Em países com elevados custos logísticos, muitas vezes não é a distância entre os parceiros comerciais, mas a confiabilidade da cadeia de suprimentos que é o contribuinte mais importante para esses custos.”

A Alemanha mostrou melhor desempenho logístico global do mundo (melhor item: Infraestrutura/ pior item: qualidade logística), seguida pela Holanda (melhor item: qualidade logística/ pior item: remessas internacionais). Como em edições anteriores, o relatório de 2014 constata que os países de alta renda dominam o ranking das melhores performances. Entre os países de baixa renda, Malawi, Quênia e Ruanda mostrou o melhor desempenho. Já o Brasil, que teve como pior item avaliado a alfândega e o melhor item a qualidade logística, caiu da 45ª posição para a 65ª.

Para entender melhor sobre essa queda, a ANBA contactou o especialista em comércio Daniel Saslavsky, membro da equipe que elaborou o índice. Segundo o especialista, no caso do Brasil, disse que todos os seis componentes do LPI (qualidade da infraestrutura de transporte, de serviços, a eficiência do processo de liberação nas alfândegas, rastreamento de cargas, cumprimento dos prazos das entregas e facilidade de encontrar fretes com preços competitivos) tiveram queda em comparação com o relatório divulgado em 2012.

“O Brasil mostra uma tendência negativa em performance, mas o desempenho de outras nações também tem impacto no ranking do País. Vários países melhoraram [suas posições] em comparação com a edição anterior e isso acabou empurrando a colocação do Brasil para baixo”, afirmou Saslavsky.

O Brasil obteve 2,94 pontos no índice deste ano, contra 3,13 no de 2012, o que equivale a 62,3% do desempenho do primeiro colocado. Saslavsky acrescentou que o resultado reflete a avaliação de operadores brasileiros da área de logística sobre o ambiente de seu próprio país.

“Em comparação com 2012, uma maior porcentagem de entrevistados indicou a que os preços e taxas pagas por logística [no Brasil] são altas e que a qualidade da infraestrutura é baixa”, destacou o especialista. “Além disso, o tempo de liberação [de mercadorias] nas fronteiras aumentou substancialmente na visão dos operadores”, concluiu.

Em entrevista para o Estadão, Paulo Fleury, diretor-geral do ILOS, definiu o resultado como sendo “desastroso” para o país.  ”A hora da verdade chegou: o Brasil investiu bilhões em obras de infraestrutura de transporte que, por problemas de gestão, não foram terminadas, e está aí o resultado.” Na avaliação de Fleury, o fato de o estudo não medir os avanços ou retrocessos físicos, mas a percepção dos empresários, é sintomático. Pouca coisa mudou na infraestrutura do País nos últimos anos, mas a posição do Brasil no ranking foi se alterando.

Fleury atribui as oscilações às mudanças nos cronogramas das obras. “Quando a primeira pesquisa foi realizada, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) havia acabado de ser lançado e a expectativa de melhora empurrou o indicador para cima por um tempo”, diz Fleury. “Como as obras não saem do papel, mas a demanda por transporte aumenta, estrangulando o sistema, a frustração só fez aumentar e nem as concessões no ano passado conseguiram melhorar os ânimos.” Pesquisas do ILOS  mostram que o atraso médio nas obras do PAC é de 48 meses.

Procuram-se profissionais capacitados

A qualificação profissional é uma preocupação nas empresas brasileiras que se veem em um cenário de escassez de mão de obra qualificada. A grande demanda por talentos e a pouca oferta no mercado resulta em grandes oportunidades para aquele profissional que tenha a preparação técnica desejada pelo mercado.

Em uma pesquisa realizada recentemente pela Page Personnel, foram listadas as sete profissões mais promissoras para este ano. Dentre elas, está o Analista de Logística! A procura está voltada para área de malha logística, armazenagem e distribuição.

Perspectivas para o profissional de Logística

Veja a reportagem completa aqui!

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Vamos estudar matemática!

Já falamos em posts anteriores sobre o modelo de ensino da Khan Academy. Para quem ainda não conhece, a Khan Academy é uma fundação sem fins lucrativos com o objetivo de oferecer ensino de alto nível para qualquer pessoa em qualquer lugar (assista ao vídeo do fundador Salman Khan).

O modelo desenvolvido por eles (e que serviu de inspiração para nossa metodologia) parte do princípio de que cada aluno tem um ritmo de aprendizado diferente, ou seja, que cada um assimila determinado conteúdo com maior ou menor facilidade.

Reconhecendo isso, os alunos tem acesso a a vídeos sobre determinado assunto e realizam vários exercícios com diferentes graus de dificuldade objetivando verificar o domínio sobre o conteúdo ensinado.

Os vídeos e exercícios produzidos são de diversas áreas do conhecimento: matemática, história, física, química, cálculo, entre outros. Nos EUA, várias escolas já adotam a Plataforma de ensino da Khan Academy para apoiar o ensino de seus alunos e essa ideia está sendo trazida para o Brasil com apoio da fundação Lemann.

Desde 2012 a fundação tem traduzido os vídeos da Khan Academy para o português e os disponibilizado no Youtube, além de ter iniciado o processo de adaptação da plataforma de exercícios para nosso idioma.

Em 2013 algumas escolas de São Paulo, Paraná e Ceará participaram do projeto “Khan Academy nas Escolas” e adotaram a plataforma como ferramenta de apoio ao ensino de matemática de seus alunos (outras disciplinas ainda estão em processo de desenvolvimento).

No início deste ano essa parceria tornou-se disponível para qualquer pessoa interessada em estudar matemática. Basta fazer cadastro no site, fazer uma avaliação rápida de seus conhecimentos sobre o assunto e começar a estudar.

Plataforma Khan Academy em português produzido pela Fundação Lemann

Prontos para o Natal?

O Natal é uma festa muito popular no Brasil e é comemorada em diversos países do mundo. Ninguém entretanto, aguarda esse feriado com mais ansiedade que o varejo. Para muitas indústrias (alimentos e bebidas, bens de consumo duráveis, entre outros) esse é o momento de maior venda do ano sendo responsável em alguns casos por quase 40% do faturamento anual!

Então, para uma data tão importante, são necessários planejamento e preparação para evitar perda de vendas e de oportunidades no momento em que o mercado está com a demanda extremamente aquecida.

As empresas devem portanto analisar a demanda, projetar as vendas, avaliar os recursos produtivos disponíveis (mão de obra, estoque de matéria-prima e produto acabado, veículos de distribuição, pontos de venda, etc), programar a produção, fazer a roteirização de seus veículos para distribuição, e muitos outros!

Além dessa variedade de decisões, a complexidade e dificuldade de planejar aumenta pois deve-se considerar também o tempo necessário para a disponibilização do produto acabado ao cliente final (infelizmente, ainda não é possível entregar o produto que o cliente quer de maneira imediata, há um período para produção e distribuição também).

Esse planejamento que as empresas fazem para as festas de dezembro, portanto não ocorre há duas semanas do Natal ou há um mês. Enquanto a maioria das pessoas está terminando de comemorar o dia dos pais em Agosto, alguns setores da indústria já estão se organizando para atender a demanda do final de ano.

Veja algumas reportagens que ilustram essa preparação para o fim de ano:

Reportagem do MG TV de Agosto/2013

Reportagem do MG TV de Novembro/2013

O planejamento da demanda começa com a previsão de vendas e estimativa de crescimento que a empresa tem para o período. A seguir, os recursos disponíveis (mão de obra, estoque de matéria prima e produto acabado, frota de veículos para distribuição, etc) são analisados e são criados planos de produção, distribuição e venda que possam melhor atender a demanda projetada sem trazer prejuízos a empresa.

Esse ciclo de planejamento é repetido ao longo do ano e envolve a participação ativa de todas as áreas (Vendas, Logística, Compras, Marketing, etc) que colocam seu conhecimento e expertise no processo buscando melhorá-lo cada vez mais e assim trazer resultados positivos para empresa.

Quer conhecer um pouco mais sobre o processo de planejamento da demanda? Veja nosso curso “Planejamento da Demanda

Empresa sustentável de 2013

Na noite da última quarta-feira (06/11), ocorreu a 14ª edição do evento Guia EXAME de Sustentabilidade, promovido pela revista EXAME, que premiou o Itaú Unibanco como a empresa mais sustentável do ano.

Além do prêmio principal, foram premiadas outras empresas brasileiras que são exemplo de responsabilidade socioambiental em 20 setores e 7 categorias, segundo a EXAME.

Todas as empresas que têm a sustentabilidade como um componente importante da sua estratégia, precisam alinhar toda sua operação a esse fim. A Natura (ganhadora do prêmio no setor Bens de consumo) e Walmart (ganhador do prêmio do setor Varejo), por exemplo, trabalham com triple bottom line. Nesse modelo, as dimensões ambientais e sociais são contempladas com o mesmo peso que a econômica na avaliação de desempenho do negócio. Essas empresas além de conseguirem posicionar melhor sua marca no mercado consumidor, podem conseguir também melhorias operacionais significativas.

Você sabe qual a pontuação brasileira no Greendex?

Respondendo a pergunta título deste post, é 48,9.

Mas o que isso quer dizer?

No final de 2012 foram lançados os resultados do Greendex, uma pesquisa realizada pela National Geographic Society que busca monitorar o comportamento dos consumidores sob a ótica da sustentabilidade. Essa pesquisa, realizada pela primeira vez em 2008, está em sua quarta edição e contou com 17.000 entrevistados de 17 países.

Nessa pesquisa são analisados os hábitos dos consumidores sob quatro dimensões: habitação, alimentação, transporte e consumo de bens.São analisados, por exemplo, com que frequência as pessoas fazem uso do transporte público e qual a fonte de energia usada nas residências. Com base nas respostas obtidas é feita uma média ponderada que serve de parâmetro de comparação entre os países sobre o quão sustentável são os hábitos de consumo de sua população.

O Brasil é um dos países que mais se destaca no ranking do Greendex, desde sua estreia tem se mantido entre as três primeiras colocações, junto com China e Índia. Apesar de ter tido uma das maiores reduções na pontuação na última edição, o Brasil foi o terceiro colocado no ranking.

Independente disso, é importante chamar atenção à preocupação, por parte dos consumidores, quanto aos impactos de seus hábitos nos recursos naturais do planeta. E como isso se reflete na escolha daquilo que irão consumir.

A seguir são apresentados alguns dos dados da pesquisa Greendex 2012

Dados Greendex

E o que isso tem haver com logística?

Simples! Empresas agora tem que lidar esse novo cenário de cobranças por eficiência que vão além da preocupação econômica. Nesse ambiente, o gerenciamento da cadeia de suprimentos tem papel fundamental na geração de diferencial competitivo.

Profissionais da logística podem encontrar grandes oportunidades através da utilização de uma visão mais sustentável. Investimento em fornecedores que ofereçam produtos e serviços com menores impactos sócio ambientais ou o uso de transportes menos poluente podem fazer a diferença para o consumidor que já enxerga valor nessas ações.

A seguir é apresentado um vídeo da campanha “Sustentabilidade de Ponta a Ponta” do Walmart em parceria com diversos fornecedores e link para reportagem do jornal “O Globo” sobre fornecedores e sustentabilidade.

 Fonte: Canal Youtube varejoverde

Cadeia de Valores Socioambientais – O Globo

A logística e o gerenciamento da cadeia de suprimentos devem considerar os impactos sócio ambientais gerados por suas ações para que decisões mais conscientes possam ser tomadas e os consumidores reconheçam essas iniciativas.

A importância de encarar os desafios da sustentabilidade como uma cadeia e outras tendências da área podem ser encontradas no curso “Logística e Supply Chain”.

Evolução do papel da área de Compras

Muita gente já ouviu a expressão “Vender bem é comprar bem”. Mas o que isso significa?

Estima-se que os custos com a compra de componentes, materiais e serviços necessários ao início do processo produtivo, adquiridos de fornecedores externos, represente cerca de 60% dos custos de produção.

Em um universo de grande concorrência como o de hoje, a preocupação das empresas vai além do preço de aquisição desses insumos. Deseja-se otimizar o custo do ciclo de vida do produto, desenvolver os fornecedores, reduzir a complexidade do processo entre outros com o objetivo de aumentar a competitividade.

A área de Compras portanto surge como fonte potencial de diferenciação competitiva.

Há algumas décadas, porém, esse não era o papel do profissional de Compras. Durante muito tempo o setor era visto como uma área que pouco agregava a empresa. Quem negociava com fornecedores os bens e serviços necessários ao processo produtivo eram as próprias áreas que faziam uso desses insumos. O setor de Suprimentos era responsável apenas pela emissão de ordens e pelo acompanhamento da entrega. Resumidamente, era uma área que executava o que foi acordado por outras pessoas.

Eventos históricos, como a crise do petróleo de 1973, que tornaram a oferta de matéria prima mais escassa, explicitaram a importância do setor de Compras para a organização.

Os profissionais dessa área tiveram que ter uma postura mais ativa quanto às necessidades da empresa para assim conseguir reduções de custos e garantir que a empresa tivesse seus insumos.

A partir daí, as decisões de aquisição passaram a ser centralizadas em um único setor e o foco das atividades de Compras adquiriu caráter mais estratégico. Os profissionais hoje devem se preocupar sim com o preço de compra, mas também com o custo do ciclo de vida do produto, analisar o valor dos materiais que estão entrando no processo produtivo, devem envolver fornecedores no desenvolvimento de novos produtos, sempre buscando alinhar suas ações com a estratégia da empresa.

Reconhecendo essa tendência e os novos desafios da área, o ILOS desenvolveu o curso “Processos de Suprimentos” na Plataforma Web. Nesse curso são vistos os principais conceitos do processo de compras e suprimentos, como seleção de fornecedores, desenvolvimento de RFI e RFP, o conceito de TCO, entre outros.

O objetivo é apoiar os profissionais que lidam com suprimentos em seu dia-a-dia a se desenvolver e assim trazer resultados práticos para empresa.

Conheça o curso oferecido na Plataforma Web sobre este tema

Você vai no “Transformar 2013″?

Dia 04/04 em São Paulo, ocorreu o evento “Transformar 2013”. Esse evento promovido pela Fundação Lemman e pelo Inspirare/Porvir reuniu especialistas, investidores, educadores e empreendedores do Brasil e do mundo para discutir experiências e ideias inovadoras na área de educação.

Ao longo do dia, ocorreram sessões de discussão sobre o modelo de ensino atual e como este está se modificando e quais as iniciativas que estão sendo feitas no mundo inteiro. Além disso, ao final do dia, houve uma palestra com o professor Anant Agarwal, presidente da EdX, que é a plataforma online criada pelas universidades de Harvard e MIT (veja o post “Você conhece um MOOC?” para conhecer um pouco mais sobre essa iniciativa). Todo o evento foi transmitido ao vivo online!

A Metodologia da Plataforma Web do ILOS

Assim como nos nossos programas tradicionais o conteúdo dos cursos online foi desenvolvido com base em todo o conhecimento e experiência dos especialistas e profissionais do ILOS. Esse formato de aprendizagem, no entanto, é totalmente diferente do formato tradicional presencial e requer novos recursos e métodos.

Por isso, todo o conhecimento foi quebrado e transformado em vídeos curtíssimos, apresentados por especialistas de mercado; atividades de consolidação para reforçar o conteúdo; além de inúmeros exemplos, aplicações, exercícios, debates que ilustram e aprofundam ainda mais o conteúdo aprendido. Descrevemos a nossa metodologia a seguir:

Construindo o curso

Com base em todo conhecimento e experiência do ILOS, o primeiro passo para a construção de um curso é reunir o conteúdo fundamental para atuação naquela área. Este conteúdo é então quebrado em aulas temáticas e organizado em unidades.

Estrutura em unidades

Para facilitar a apreensão de conteúdo, os cursos seguem uma estruturação baseada em unidades, módulos e atividades. Cada unidade é dividida em diversos módulos que por sua vez são compostos por vídeo aulas e atividades complementares. Além disso, ao final de cada unidade há uma avaliação dos conteúdos abordados, portanto, as unidades também representam a quantidade de avaliações que você fará no curso.

 Vídeo Aulas simples e diretas

Em cada uma das vídeo aulas, o especialista do tema aborda um conceito específico de forma prática, simples e direta. Cada vídeo dura de 2 a 9 minutos, o que possibilita o avanço na plataforma em qualquer tempo disponível, por mais curto que seja. É possível baixar o material, exceto as vídeo aulas, apresentado pelo especialista na vídeo aula para que você possa acompanhar os slides enquanto assiste a apresentação do professor. Assista aqui um exemplo de vídeo aula.

Atividades de consolidação

Cada vídeo é acompanhado por atividades que fixam os conceitos apresentados. As atividades de consolidação trazem uma revisão do conteúdo do vídeo e um ou mais exercícios. Além disso, podem trazer estudos de caso, notícias, reportagens, ilustrações, exemplos reais, etc., tudo para você entender a aplicação daquele conceito na prática e aumentar as chances de você lembrar o conteúdo quando precisar.

Avanço sem gaps

Acreditamos na metodologia apresentada por Salman Kahn que defende o aprendizado completo, sem buracos. Para avançar é preciso dominar o conteúdo anterior, ou seja, para aprender a andar de monociclo, antes é preciso dominar a bicicleta. Por isso, para avançar nas unidades dos nossos cursos, é preciso alcançar nota máxima nas avaliações. Veja os vídeos quantas vezes você quiser. Revise o material à vontade.  O importante é que você conclua o programa dominando o conteúdo.

Avaliação

No final de cada unidade haverá uma avaliação com questões objetivas sorteadas de um banco de questões. A prova possui limite de tempo, portanto, esteja preparado quando decidir iniciar a prova. Se você errar alguma questão, não se preocupe. Volte no conteúdo que você errou, assista à aula novamente, refaça os exercícios. Assim, você se sentirá mais preparado para uma nova tentativa. Você pode fazer a aprova quantas vezes for preciso até atingir a nota máxima e passar de unidade.

Tutoria e acompanhamento

Ao longo de todo o programa, você será orientado por um tutor especializado da equipe do ILOS. Ele acompanhará todos os seus passos e ajudará com as dúvidas que surgirem.

Dedicação

Neste formato de capacitação, o próprio aluno gerencia seu desenvolvimento. Por isso, o aprendizado nesse formato exige disciplina e foco, trazendo resultados mais efetivos do que o formato tradicional de ensino. Se você é curioso e está sempre em busca do aperfeiçoamento e aprendizado, você está no lugar certo.

Interação com outros profissionais

Ao longo do curso serão colocados alguns fóruns de debate para discutir temas abordados em alguns módulos. Assim, os participantes de todo o Brasil poderão compartilhar ideias e soluções para diferentes desafios.

Material de apoio

Você poderá baixar o material exibido pelos especialistas nas Vídeo Aulas. Além disso, você terá acesso a artigos extras e a um glossário completo de logística e supply chain.

A Plataforma Web

O programa é totalmente online e acontece na Plataforma Web de Capacitação do ILOS. Assista esse tutorial de navegação, para conhecer melhor a plataforma.

Certificado ILOS

Ao concluir o curso, o certificado é emitido automaticamente na própria plataforma. Cada certificado possui um código que pode ser usado para consulta. Digitando o código na área de “consulta de certificado”, qualquer pessoa poderá consultar a autenticidade do seu certificado ILOS.